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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Axl Rose falará sobre Guns N' Roses no Jimmy Kimmel Live


De acordo com a RollingStone.com, Axl Rose irá ao programa de TV norte-americano 'Jimmy Kimmel Live', da ABC, na próxima terça-feira (06 de janeiro) para falar sobre os rumores de uma reunião do Guns N' Roses.

Várias fontes confirmaram ao site que Axl participará do programa, mas não revelaram a natureza específica do seu anúncio ou data de gravação. A última vez que o músico esteve no programa foi em 2012, sendo sua primeira entrevista ao vivo em 20 anos.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Billboard confirma que Guns N' Roses vai se reunir


A revista norte-americana Billboard disse que teve a confirmação, por "várias fontes", que o Guns N' Roses, com os membros fundadores Axl Rose e Slash, será a atração principal do festival Coachella, que acontece nos dias 15, 17, 22 e 24 de abril, na Califórnia.

A banda também estaria em negociações para fazer 25 shows em estádios na América Do Norte no verão de 2016. Também seriam a primeira banda a tocar na nova Las Vegas Arena, prevista para ser inaugurada em abril de 2016. De acordo com a revista, o Guns N' Roses estaria cobrando US$ 3 milhões de dólares por cada apresentação, cerca de R$ 11,6 milhões de reais. Os ingressos seriam vendidos entre US$ 250 e US$ 275.

Nas últimas semanas aumentaram os rumores sobre a volta de Slash e outros membros originais ao Guns. Imagens da formação clássica da banda apareceram no site oficial. Um vídeo com shows antigos do grupo foi exibido durante o trailer de algumas sessões do novo "Star Wars".

Até o momento a banda não anunciou nada oficialmente.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Scott Weiland falece aos 48 anos de idade


Scott Weiland, ex-vocalista do Stone Temple Pilots e do Velvet Revolver, morreu nesta quinta-feira (03) aos 48 anos. O corpo do músico foi encontrado dentro do ônibus de seu grupo, a Scott Weiland & the Wildabouts, que realizava uma turnê por Minnesota, nos Estados Unidos.

Um comunicado oficial foi publicado na página do vocalista no Facebook. A causa da morte ainda não foi divulgada.

“Scott Weiland morreu enquanto dormia durante uma parada do ônibus na turnê em Bloomington, no estado de Minnesota, com sua banda, The Wildabouts. Neste momento, pedimos que a privacidade da família de Scott seja preservada”.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Steven Adler: Slash e Duff não acreditam que eu esteja sóbrio


O baterista Steven Adler foi recentemente entrevistado por Eddie Trunk em seu programa de rádio de Sirius/XM. Ao ser perguntado se sabia algo sobre a possível reunião da formação clássica do Guns N' Roses, o músico disse não saber de nada e comentou que não foi procurado por nenhum de seus ex-companheiros de banda.

"Não sei de nada. Mesmo se estivesse acontecendo, Slash não me diria nada, porque ele sabe que fico empolgado e que provavelmente diria algo antes do que eu deveria. Eu seria o último a saber."

Adler, que foi demitido do Guns N' Roses em 1990 por causa das drogas, revelou que o motivo de não estar a par dos acontecimentos relacionados a uma reunião se deve ao fato de não ter convencido Slash e Duff Mckagan de que está sóbrio.

"Eu amo esses caras e sempre os amarei, mas Duff, ele não acha que eu seja um cara legal. Isto é o que as pessoas me dizem. Que ele não me acha um cara legal e um grande baterista. E Slash, ele não acredita que eu esteja sóbrio há 21 meses e 21 dias. Ele não acredita. Não sei por que, mas esqueceram que em um momento de suas vidas, também estavam usando drogas e álcool. Duff está sóbrio há 20 anos ou mais, Slash tem uns 11 ou 12 anos e eu tenho 1 ano, 9 meses e 21 dias. Então, todos temos um tempo diferente. Estou grato que consegui."

"Eles não me acham legal, não acreditam que posso tocar bateria e que estou sóbrio. De certa forma, Duff tem o direito mas, como eu disse, ele se esqueceu de onde veio também. Fizemos alguns shows juntos no Japão em 2013. Duff convidou ADLER [banda de Steven] para abrir e eu ainda estava bebendo. Quando cheguei ao aeroporto fui direto para o bar e comecei a tomar umas doses de Jäger. Durante toda a viagem eu estava doente e confuso. E você sabe, Duff está sóbrio e é muito crítico. Ele se esqueceu de onde veio. Ele estava muito chateado e com raiva de mim. Digo, a parte de tocar e fazer os shows foi tudo bem, mas todo o resto ... Eu meio que estraguei tudo e dei a chance dele dizer, 'Bem, ele não é legal e não é tão bom'. Mas parei de fazer isso. Eles pararam de fazer isso. Só porque pararam antes de mim não os fazem melhor. Somos todos pessoas que têm problemas de dependência. Só consegui controlar isso mais tarde na vida do que eles fizeram".

De acordo com o músico, ele ainda tem contato com Slash mas não conseguiu encontrar com ele. "Eu estou sempre tentando levar Slash ao Crossroads, este restaurante vegan. Digo a ele, 'Pegue sua namorada e venha encontrar eu e minha esposa'. E ele diz, 'Ehh, eu não posso. Eu estou trabalhando'. E eu, 'Você precisa ficar mais em casa. Só Venha me encontrar. Vamos tomar uma xícara de café'.

Questionado se é verdade que se mataria caso o Guns N' Roses se reunisse sem ele disse, "Sentiria vontade de me matar mas não faria. Provavelmente eu os mataria (risos). Porque se eu não posso participar da reunião, eles também não podem".

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Corey Taylor diz que pararia de excursionar para ir em uma turnê de reunião do Guns N' Roses


Em entrevista ao Las Vegas Review Journal, Corey Taylor, vocalista do Slipknot, revelou que caso a formação clássica do Guns N' Roses se reúna ele pararia de fazer shows para ir em todos os shows da reunião do grupo.

"Vou acreditar (na reunião) quando comprar o ingresso, digamos assim. Quero dizer, porque ninguém está mais empolgado sobre a ideia da formação do "Appetite For Destruction" se reunir novamente... Isso seria... Digo, cara, eu me aposentaria de turnês, porque não gostaria de ir contra isso. Você sabe o que estou dizendo? Eu os seguiria como um Deadhead (nome dado aos fãs do Greatful Dead que viajavam para ver todos os shows da banda). iria a todos os shows. Mas isto apenas se for a formação do 'Appetite' - ou ao menos se for o baterista Matt Sorum no lugar do Steven Adler... sei que Steven tem alguns problemas de saúde, apesar que ele ainda pode tocar. O vi tocando, ele manda bem, ele sabe como fazer a coisa".

Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Irmão de Slash pede desculpas ao Axl Rose e aos fãs após ofensas


Ash Hudson, irmão do guitarrista Slash, pediu desculpas após postagem em seu perfil no facebook onde ofendeu Axl Rose e criticou os fãs que o perguntam com frequência sobre uma possível reunião da formação clássica do Guns N' Roses. Confira abaixo:

"Eu peço desculpas a Axl e suas legiões de fãs que ficaram ofendidos por meu post de ontem. Sinto muito por ter falado demais. Eu sei, ou deveria saber, que não tenho que me envolver nos negócios do GN’R. Foi comunicado a mim que Axl está em uma dieta rigorosa e perdendo peso.

Infelizmente, minha postagem foi muito ofensiva e chateou muito a meu irmão, pela qual eu peço desculpas. Ao resto do mundo, eu estava tendo um daqueles dias no qual as pessoas ficavam me perguntando sobre uma possível reunião e já tinha dado pra mim… mais uma vez, minhas desculpas."


Fonte: whiplash.net

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Irmão de Slash chama Axl Rose de "gordo bastardo" e critica fãs


O irmão do guitarrista Slash, Ash Hudson, fez duras críticas em seu perfil no Facebook ao Axl Rose e aos fãs de Guns N' Roses que lhe perguntam incessantemente sobre uma reunião da formação clássica. Confira abaixo:

"Vocês fãs obcecados do Guns N'Roses. Foda-se a reunião. Se você ama o Guns curta o que fizeram e siga em frente. Sonhar com a chance de vê-los novamente é como dizer 'amo os caras que inventaram a porta do meu apartamento'. Passo por ela o tempo todo. Gostaria que os caras se reunissem e fizessem uma nova porta. Qual o problema com a porta que você tem? Ainda funciona, você ainda a usa. E a porra da página de seu fã clube precisa viver sua vida ao invés de ficar o tempo todo imaginando o que Slash está fazendo".

"E vocês agem como se fossem especialistas em Guns N' Roses e sim, vocês tem família mas passam boa parte de seu tempo agindo como um garoto de recados disseminando boatos querendo exercer poder sobre outros fanboys & girls, é como se vocês nunca tivessem deixado de usar roupas infantis do super-homem e agora, como adultos, acreditassem que são a porra do super-homem de verdade. Tudo soa tão idiota pra mim. Não sei se estou deixando tudo claro. Mas cresçam, dêem um jeito na sua vida. Se mais algum idiota perguntar sobre uma reunião do Guns vou bloqueá-lo. Axl é um gordo bastardo e a reunião serviria apenas para desapontar a todos e algo que iria render muitas críticas. só estou dizendo."

Mais tarde, Ash postou outra mensagem comparando Axl Rose ao Elvis Presley da fase decadente, quando estava gordão.

"É isso! Eles foram o máximo mas acabou. São os Rolling Stones hoje a banda que você adorava nos anos setenta? Claro que não, hoje são uma atração circense. Vocês amavam Axl quando ele era bonito mas agora ele é um Elvis Gordão. Sigam em frente galera, comprem o novo álbum do Slash".


Fonte: whiplash.net

Axl Rose divulga vídeo de combate a incêndio perto de sua casa


Nesta quarta-feira (09), Axl Rose publicou em seu twitter um vídeo que mostra a operação de combate a focos de incêndios perto de sua casa. O músico filmou o momento em que avião lança a água sobre o fogo. Confira abaixo.:


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Guns N' Roses: portal alemão diz que ex de Slash atrasa reunião


Recentemente, o portal alemão Bild cravou a volta da formação clássica do Guns N' Roses em 2016 e explicou porque ainda não houve um anúncio oficial sobre a turnê que a banda fará no próximo ano.

Confira um resumo da nota emitida pelo portal alemão:

"É isso mesmo. A formação original do Guns N´ Roses se reunirá em 2016. E o motivo pelo qual o anúncio ainda não aconteceu, chama-se Perla. Slash estaria tendo problemas judiciais com sua ex-esposa. As negociações para uma reunião duraram, aproximadamente, dois anos, e foram concluídas no segundo semestre do ano passado. O único problema encontrado no momento, é que Perla estaria reivindicando 50% do salário que Slash terá no Guns N´ Roses. E este impasse é o principal motivo para o anúncio oficial ainda não ter sido feito. Slash tem tentando encontrar maneiras de desvencilhar-se das exigências de sua ex-esposa."

Fonte: whiplash.net

Guns N' Roses: Tommy Stinson não sabe o que está acontecendo por lá


Tommy Stinson disse ao StarTribune.com que não sabe o que anda acontecendo no Guns N' Roses no momento, confira: "Falo vez por outra com alguém de lá - vários são meus amigos - mas não faço a minima ideia sobre o que está acontecendo por lá", explicando ainda: "Axl sempre foi muito bom comigo. Não tenho nada mais a não ser gratidão por tudo. Se eles se juntarem novamente e me quiserem, claro que pensarei nisto".

Fonte:  whiplash.net

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Bruce Dickinson: "Sempre lamentei não ter dado um soco em Axl Rose"


Em entrevista para o Journal de Montreal, Bruce Dickinson falou sobre a próxima turnê mundial do Iron Maiden, o novo álbum "The Book Of Souls" e relembrou um curioso episódio do passado envolvendo o Guns N' Roses.

Bruce garantiu que Quebec e Montreal estarão na rota da banda na próxima turnê e quando questionado sobre as memórias de suas visitas anteriores ao Canadá, Bruce Dickinson disse com humor que lembrava de uma vez em que ele quis bater em Axl Rose no Colisée de Québec.

O Guns N' Roses abriu o show do Iron Maiden e, de acordo com Dickinson, Axl Rose teria dito ao público que o Maiden só era a atração principal porque falava francês. "Eu deveria ter ido ao palco e dado um soco nele. Como ele poderia se atrever a falar com o meu público desta forma? Eu sempre lamentei não ter feito isso."

Fonte: whiplash.net

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Guns N' Roses: Promotor diz que reunião não acontecerá no Soundwave


No meio do tsunami de boatos que surgiram após a informação pública que Slash e Axl Rose teriam "se reconciliado" ou ao menos voltado a se falar, um deles dava conta que a banda estaria armando - com a presença do guitarrista - a participação na próxima edição do Soundwave Festival na Austrália.

Guns N' Roses: formação clássica será headliner do Soundwave?

Mas o principal organizador do evento, AJ Maddah, negou que esta informação seja verídica. "Foi muito legal pessoalmente compartilhar esta fantasia por alguns dias com os fãs, mas isto não vai acontecer na edição de 2016 do Soundwave. Certamente eu espero que estes caras se juntem, pois até onde sei nunca ouve e provavelmente nunca terá na história do rock 'n' roll algo tão bombástico quanto o retorno do GNR a plena carga".

Depois ele explica que até por uma questão de prazos, isto seria totalmente inviável para a próxima edição, prevista para janeiro de 2016. "Se acontecesse levaria bem mais que seis meses para a banda ficar pronta para uma turnê. Acredito que seria preciso uma centena de acordos judiciais para em seis meses apenas conseguir juntar os cinco numa sala para ensaiar", disse, ressaltando ainda que se por um milagre isto acontecer, ele fará de tudo para levar a banda no seu derradeiro ato como promotor de shows, já que este seria o ápice de sua carreira.


Fonte:whiplash.net

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Guns N' Roses: formação clássica será headliner do Soundwave?


Em um programa de rádio em 21 de agosto, dia anterior à suposta declaração de Slash que havia se reconciliado com Axl Rose, James Young, proprietário de um bar famoso em Melbourne e antenado com o meio roqueiro local, soltou a curiosa informação:

"Ouvi o mais incrível rumor esta semana, de uma pessoa extremamente bem informada de dentro da indústria musical australiana, que me passou o nome do headline do (festival) Soundwave no próximo ano. Agora sabemos que uma misteriosa banda virá salvar o festival e vai dominar todas as atenções. Que mega banda seria esta? Bem, na quarta-feira eu ouvi dizer que seria: Steven Adler, Izzy Stradlin, Duff McKagen, Slash e Axl Rose, a reunião da formação de 1987 do 'Appetite for Destruction' do Guns N' Roses, você consegue acreditar? É incrível, passei noites em claro sonhando com isto”.

Embora seja obviamente apenas um rumor, é interessante insistir que isto aconteceu um dia antes da entrevista onde Slash fala sobre Axl Rose.


Fonte: whiplash.net

sábado, 22 de agosto de 2015

Slash diz ter feito as pazes com Axl Rose


Ao que parece Slash e Axl Rose fizeram as pazes. Pelo menos foi o que declarou o guitarrista em entrevista à Aftonbladet TV na Suécia. Confira o trecho abaixo:

Aftonbladet TV: "Eu ouvi que você fez as pazes com Axl Rose. Como é que isso foi possível depois de todos esses anos? "

Slash: "Provavelmente já tinha passado da hora, sabe? Mas é muito legal, a essa altura, dissipar toda aquela coisa negativa que estava rolando por tanto tempo."

Aftonbladet TV: "Então, o Guns N' Roses irá se apresentar novamente junto um dia?"

Slash: "Ah, eu não teria como te responder essa; vamos mudar de papo, porque esse tá bem batido."



Fonte: whiplash.net

sábado, 1 de agosto de 2015

"Axl Rose é um dos maiores rockstars da história", diz Frank Ferrer


Em entrevista concedida ao jornalista Mitch Lafon, o baterista do Guns N' RosesFrank Ferrer, falou sobre alguns assuntos envolvendo a banda.

Com a oficialização das saídas dos guitarristas Dj Ashba e Ron "Bumblefoot" Thal, Frank Ferrer fora questionado quanto à sua permanência, ou não, na banda:

"Eu sou um membro do Guns N' Roses. E o Guns ainda existe."

Sobre o atual status do grupo, Ferrer afirma:

"Bem, a melhor maneira de responder esta questão, é dizer que o Guns ainda tem um futuro reservado. Temos inúmeros trabalhos guardadas, e uma vez que estivermos prontos para anunciar algo, o mundo inteiro vai tomar conhecimento. Estamos nos movendo para frente."

O baterista também comentou a possibilidade de novos lançamentos:

"Ouvi rumores de que poderíamos lançar algum tipo de material novo no fim deste ano ou no início do próximo."

O último álbum de estúdio lançado pelo Guns N' Roses foi o polêmico "Chinese Democracy", que chegou às lojas em 2008, tendo vendido 8 milhões de cópias em todo o mundo e recebido certificado de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).

Sobre o longo hiato de Axl Rose, que culminou em um lançamento tardio do álbum, Ferrer diz:

"A única coisa que posso dizer é que Axl não estava pronto para lançá-lo. 'Chinese Democracy' era o seu bebê, e ele não queria lançá-lo até que estivesse perfeito. Ele recebeu muita pressão, mas Axl sempre lida com o próprio caminho. Ele é, provavelmente, uma das maiores estrelas do rock da história da música. Não dá pra pensar em nenhum rockstar surgido nos últimos 15 anos que seja maior do que Axl, que tenha o mesmo apelo. As atrações dos principais festivais ainda são as mesmas de 20 anos atrás, ainda temos o Nine Inch Nails, o Alice In Chains e Soundgarden dominando os palcos dos principais festivais do mundo. E não há mais ninguém como Axl Rose lá fora. Não surgiu ninguém maior do que ele nos últimos anos. O problema de Axl é que ele se martiriza demais, ele coloca muita pressão em si mesmo, ele só quer que tudo corra como o planejado e que tudo esteja em seu devido lugar. Isso é quem ele é. Isso é o que todo grande artista é. Grandes artistas são perfeccionistas."


Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Fonte no Guns N' Roses confirma saída de Bumblefoot


Segundo o jornalista Gary Graff, uma "fonte confirmada" com o Guns N' Roses, revelou que o guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal não está mais nada banda, e já faz algum tempo.

Disse: "Bumblefoot saiu no ano passado. Eu não entendo por que ele continua sendo evasivo sobre o seu status com a banda - ele saiu na América do Sul. Disse ao Axl que iria sair e que os shows de Las Vegas seriam suas últimas datas com a banda".

Bumblefoot revelou recentemente que estava focado em sua carreira solo após oito anos no Guns N' Roses. Porém, o guitarrista não confirmou oficialmente que não está mais banda, o que causou algumas críticas dos fãs.

Perguntado por Graff, no início desta semana, para esclarecer sua situação na banda, disse: "Essa é a coisa sobre a qual não estou falando. Eu acho que existem pistas suficientes aí fora para que você descubra o que eu estou fazendo agora."

Ele continua: "Sou um cara bem ocupado e estou curtindo tudo que estou fazendo, e eu acho que tudo que estou fazendo tem um futuro e um plano maior - o material solo, as outras bandas, a produção, os trabalhos de caridade e educacionais que estou fazendo. Essas são as coisas que eu amo e que realmente senti falta. Estou muito feliz colocando meu tempo nisso. É realmente o que eu deveria estar fazendo."

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Guns N' Roses está seguindo em frente após saída de DJ Ashba, diz Frank Ferrer


Em bate-papo no The Geoff Lenox Show, o baterista Frank Ferrer desmentiu os rumores que diziam que o Guns N' Roses poderia "dar uma pausa", e que este teria sido o motivo da saída de DJ Ashba: "Não temos nenhuma outra novidade, a não ser que estamos seguindo em frente. Mas isto não é nada realmente novo. Há um projeto em andamento e está acontecendo, é o que posso dizer".

Depois Frank completa: "Não falei com Ashba, mas aparentemente ele quer apenas fazer outras coisas, o que é muito legal. Acho que tudo que ele disse na carta de despedida é real. Ele mantém uma relação muito boa com os outros integrantes da banda e com Axl, tudo está em ordem".


Fonte: whiplash.net

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Dj Ashba anuncia saída do Guns N’ Roses


Dj Ashba anunciou em carta aberta que não é mais o guitarrista do Guns N' Roses. Confira abaixo o comunicado oficial onde Ashba confirma sua saída da banda.

Para todos e cada um de vós,

6 anos atrás, recebi um telefonema que mudou minha vida para sempre. A chamada era de um querido amigo meu (Katie McNeil-Diamond) que estava trabalhando com Guns N’ Roses. Era uma oferta para uma audição para Axl Rose e ganhar um papel na indiscutivelmente a maior banda de rock do meu tempo. Enquanto eu pensei que era um long-shot completa, eu decidi ir em frente e dar-lhe uma tentativa. Muito para o meu choque e surpresa, eu tenho o show. E assim começou a jornada mais incrível que eu poderia ter imaginado. Fui abençoado com a oportunidade de não só trabalhar com uma das bandas mais talentosos, mas também para dividir o palco com uma lenda viva e um ser humano verdadeiramente talentoso, Axl Rose. A quantidade de confiança que depositaram em mim Axl era realmente emocionante e verdadeiramente definir-carreira. Nos anos que se seguiram eu viajei o mundo várias vezes e jogado estes incrível músicas noite após noite para as multidões mais entusiastas e amorosos. Como você pode imaginar, as amizades que foram forjadas durante esse tempo eram profundos e de longa duração. Mas a mais bela surpresa de todas foi VOCÊ ... os fãs. Você me acolheu em suas vidas com os braços abertos e me mostrou o amor e apoio que eu só poderia ter sonhado. Desde a primeira vez que eu pisei no palco e começou a tocar "Welcome To The Jungle", e sentiu a multidão entrar em erupção, eu sabia que minha vida nunca mais seria a mesma. Eu não vou mentir ... eu estava apavorada !! Mas você era assim que aceitar. Você imediatamente virou meu medo em orgulho. Por isso, estou realmente grato.

Portanto, agora é com um coração muito pesado e ainda grande orgulho que anuncio que eu decidi fechar este capítulo da minha vida e encapsular os momentos maravilhosos que eu tenho compartilhado com Guns N’ Roses em boas lembranças. Cheguei a um ponto em minha vida onde eu sinto o seu tempo para me dedicar a minha banda Sixx:A.M., minha esposa adorando e família, e para as muitas novas aventuras que o futuro reserva para mim. Eu sempre fui impulsionado pela minha paixão por criar música e Sixx:A.M. tem sido sempre um lugar onde eu posso me expressar com honestidade e compartilhar essa paixão com meus dois irmãos e companheiros de banda, Nikki Sixx e James Michael. Como você sabe que eu também tenho sido abençoado com o amor e apoio de minha esposa incrível, Naty, que esteve ao meu lado durante grande parte desta incrível jornada.

Quando eu sento aqui escrevendo esta carta, eu quero tirar um momento para agradecer Axl, do fundo do meu coração, não só para a experiência mais incrível da minha vida, mas para realmente acreditar em mim. Você é um verdadeiro amigo e um campeão de meu e eu sou eternamente grato. E mesmo enquanto eu passar para perseguir outros empreendimentos, eu sempre continuará sendo um dos seus maiores fãs. Eu também gostaria de agradecer a cada um de vocês fãs por seu amor e apoio ao longo dos anos. Sem você eu não sou nada. Por favor, saibam que eu não tomo um minuto de esta incrível vida para concedido.

Espero que todos vocês se juntar a mim como eu seguir em frente. Vamos conquistar o mundo juntos!

Com amor e respeito, Dj Ashba






domingo, 26 de julho de 2015

Steven Adler: "ninguém sabe o nome do atual baterista do Guns N' Roses"


No último dia 23 de julho, o ex-baterista do Guns N' Roses, Steven Adler, falou sobre diversos assuntos, incluindo alguns ligados a sua ex-banda.

Perguntado sobre como ele se sente sobre o fato das pessoas lembrarem dele apenas como baterista da formação clássica do Guns N´ Roses, Adler é enfático:

Mas é o que eu sou. Qual é o problema? É lógico que eu sempre serei lembrado apenas por ter sido baterista do Guns N' Roses, e não há nada de errado com isso.

O baterista continua:

Seja sincero, você sabe o nome do atual baterista do Guns N' Roses? Eu não sei, você não sabe, ninguém sabe. Porque eu sempre serei o baterista mais lembrado quando o assunto for Guns N' Roses. Pra você ter uma ideia, eu só descobri o nome do Matt Sorum há um tempo atrás quando ele me ligou. Brincadeira. Te amo, Matt.

Adler falou ainda sobre a reputação de "sexo, drogas e rock n' rol" que o Guns N' Roses vivia nos anos 80:

Aquilo era um estilo de vida. O nosso estilo de vida. Naquela época, não havia programas de TV como o ¨Behind The Music¨, onde artistas explicam como ficaram decadentes em virtude dos excessos ora cometidos. Nós não tínhamos essas informações sobre nossas bandas favoritas. Não sabíamos se eles estavam doentes pelo estilo de vida que eles levavam. Por isso não tomávamos cuidado, vivíamos no limite, porque nós éramos aquilo, não era encenação. Era algo como: ¨Se você quer ser uma estrela do rock n´ roll, é assim que deve se portar¨. Mas é claro que isso é um equívoco completo, porque o rock n´ roll torna-se muito mais divertido e emocionante quando você está sóbrio.

E Adler não parou por aí:

Veja bem, em primeiro lugar, quando você é jovem, um adolescente tímido tentando encontrar a si mesmo, você erra. Quando você se dá conta, está exagerando na ingestão de bebidas alcoólicas apenas para criar coragem de falar com as garotas. A princípio, é gratificante. Mas depois, quando se torna um círculo vicioso, e a sua vida começa a degringolar, você percebe que tudo isso é apenas perda de tempo. Eu desperdicei 20 anos da minha vida fazendo essa merda. Eu daria tudo pra ter esse tempo de volta, mas infelizmente não é possível. A única coisa que posso fazer é viver o hoje, da melhor maneira que puder.


Fonte: whiplash.net

sábado, 25 de julho de 2015

Guns N' Roses: Confira entrevista de 1988


Na semana em que se comemora os 28 anos do lançamento de “Appetite For Destruction”, do Guns N' Roses, revisitamos uma entrevista feita em 1988 – ano em que o disco finalmente chegaria ao topo das paradas – para Bill Holdship, da revista SPIN. Em meio à polêmica da capa original do LP, a reputação de noiados dos integrantes e a prisão de dois membros sob acusação de estupro, o jornalista acabara descobrindo que eles eram na verdade jovens muito afáveis.

Traduzido por NACHO BELGRANDE

[…]

Se você não se informar, você jura que o Guns N’ Roses é apenas mais uma banda da cena do metal de LA, tentando ser os mais novos e devassos sujeitos do pedaço, esperando eventualmente formar uma corporação e que possam comprar shopping centers e tudo mais – e que não sabem o que é um riff de rock decente nem que se esfregue-o na cara deles.

Antes de eu mudar para LA, mais de um ano atrás, o nome do Guns N’ Roses já corria pelas ruas, e apesar de eu não saber nada sobre a música da banda na época para poder lhe contar, não foi difícil descobrir que a capa do LP de estreia deles, “Appetite For Destruction”, havia ofendido muita gente com sua imagem de estupro [tanto que a gravadora Geffen lançara uma segunda capa].

Claro, havia muito sendo falado sobre eles em outros campos também. Quando a banda tocou em um enorme concerto beneficente com um elenco de astros do heavy metal sob o nome ‘The Party Ninjas’, eles supostamente roubaram a cena. Quando Alice Cooper tocara recentemente em Long Beach, três membros do GN’R subiram ao palco com ele para o bis, ‘Under My Wheels’, o que muitos disseram ter sido o único destaque do show [Cooper acabou por levar a banda para o estúdio para regravar a faixa]. Claro, nada disso por soar como grande coisa, considerando a competição, mas daí eu me encontrei com um cara que eu conhecia e que estava saindo de uma festa bem cedo apenas para ver a um show do Guns N’ Roses.

“Eu não sabia que você gostava de heavy metal”, eu disse [tipo, a banda favorita de todos os tempos desse cara era o MISSION OF BURMA]. “O Guns N’ Roses não é heavy metal”, ele respondeu. “Acredite em mim, eles não são. ”

E quer saber? Ele estava certo. Ah claro, Appetite For Destruction parece totalmente irresponsável socialmente, machista e totalmente repreensível por vezes. Mas quer saber o que mais? A música é excelente. Esses caras desfilam suas influências com orgulho como se fossem bandeiras – e todas as influências estão obviamentw ali, não somente o Aerosmith, Led Zep, Alice Cooper antigo, e Black Sabbath, mas também NY Dolls, Stones, Ramones, Cheap Trick, Iggy e os Pistols, assim como Bo Diddley, cujo clássico riff cria “Mr. Brownstone” do GN’R. Esses caras tocam ‘Heartbreak Hotel’ ou ‘Jumpin Jack Flash’ ao vivo de vez em quando.

As guitarras de Izzy Stradlin e Slash estão mais interessadas em tocar melodias e riffs de rock do que em demonstrar seus Eddie Van Halenismos – e o resultado é bem impressionante em ambos os casos. A cozinha com o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler obviamente já escutou a MC5 por aí. E o vocalista e ponto de foco da banda, W. Axl Rose – ou apenas Axl – é um homem de mais vozes do que qualquer vocalista de hard rock da história recente. Esse é um disco que pode fazer de fato com que você queira tocar guitarra imaginária de novo.

Há algo mais de diferente no Guns N’ Roses. Apesar de suas músicas serem sobre a década que se associa a Hollywood, também parece haver um sobretom estranho e moralista em algumas. Ou pelo menos uma música como ‘Welcome To The Jungle’ reflete mais o cenário pornográfico em volta da banda de jornais que eu geralmente frequento do que qualquer outa música que eu consiga lembrar.

O Guns N’ Roses parece estar compondo sobre as coisas que eles vêem na cidade, mas não necessariamente as glamourizam. ‘Mr. Brownstone’ pode ser interpretada tanto quanto uma ode anti-heroína como uma saudação à droga, e porra, você pode dizer a mesma coisa sobre ‘Heroin’ do Velvet Underground. Mesmo os excessos celebrados em ‘Its So Easy’ parecem ser transmitidos com uma indiferença passiva. Um forte regime de decadência pode ficar muito chato, ou pior. E letras como ‘Take me down to Paradise City, where the grass is green and girls are pretty’ não são exatamente sua celebração padrão do sleaze, enquanto algumas das canções de amor de Axl [‘Sweet Child O’ Mine’, ‘Rocket Queen’] revelam um coração pulsante por debaixo do exterior hardcore. Além disso, se eles de fato fossem um bando de desclassificados… bem, nós não deixamos de escutar a ‘Paint It Black’ apenas porque Keith Richards tomava nos canos.

Ainda assim, há essa imagem de reputação com as quais há de se lidar. O pessoal da Warner, selo que comanda a gravadora do GN’R, escreveu cartas repulsivas a eles sobre a capa do disco. Esses caras desfrutam de má reputação até entre seus colegas, e não conseguem entrar em certas turnês como resultado. O AC/DC ofereceu a eles a abertura de uma tour, mas queria segurar o pagamento pelas primeiras três semanas, e daí tirá-los da turnê ao fim desse período; eles recusaram a oferta. Os organizadores da vindoura turnê Monsters of Rock desse verão [Com Van Halen, Judas Priest, Metallica, etc.] não quiseram nem saber da banda. “Mas enfim, o que é que eu vou fazer a eles? ” questiona o guitarrista Slash, cujos olhos só aparecem de vez em quando detrás de sua montanha de cabelo tipo Joey Ramone. “Vou viciar o baixista do Van Halen ou do Judas Priest em alguma droga? Somos apenas um bando de moleques, você sabe. ”

Três desses jovens – Slash, Izzy e Duff – estão sentados num silencioso restaurante mexicano em Sunset Boulevard, conversando com um cara mais velho que gosta da música deles, mas não entende a imagem deles [Axl, mantendo sua aura mística, não aparece para o papo, apesar de ter prometido telefonar depois]. Eles têm entrado e saído de bandas desde os 14 anos de idade, o que foi 10 anos atrás. Nenhum deles é originalmente de Los Angeles, apesar de Slash ter se mudado para cá vindo da Inglaterra com seus pais anos atrás. Axl e Izzy ambos imigraram de Indiana, enquanto Duff é de Seattle.

A banda se formou para dar um show de 50 dólares em Seattle três anos atrás – depois de pegarem carona pelo deserto após seu carro quebrar – e seguiu a partir dali. Um ano depois, eles estavam com um contrato com uma gravadora, sem empresário, negociaram eles mesmos o acordo, algo bastante incomum para esse ramo. Eles afirmam que estão em uma banda de verdade e que são excelentes amigos entre si, criam tudo juntos e são um esforço conjunto, e se concentram muito em sua música. E – eu odeio ter que matar a ilusão aqui, mas – eles são sujeitos legais [‘Você não vai imprimir isso, vai? ’ um dos divulgadores deles me pergunta na manhã seguinte] … ou pelo menos eles estão querendo me impressionar demais. Claro, eles gostam de beber muito, mas até aí os Replacements de Dean Martin também.

Mas então por que a reputação de ‘bad boys’?

“Eu não sei, ” diz Slash. “Porque bebemos e usamos seja lá o que for, e somos basicamente pessoas comuns ao ponto que eu acho que acaba ofendendo aos outros. ”

“Eu fico imediatamente constrangido quando essa imagem vem à tona”, diz Duff. “Muitas bandas pensam: ‘Beleza, pegamos fama de ‘bad boys’ essa semana’, mas somos apenas uma banda de rock n’ roll. Muitas das coisas que acompanham isso nos proporcionam vantagens de vez em quando. Estávamos fazendo tudo isso antes de estarmos na banda. Não tentamos criar nenhum tipo de imagem. Ela foi criada para nós. A decadência foi jogada em cima dessa banda. ”

“Bem, algumas daquelas festas nas antigas eram bem brabas”, ri Izzy.

“Você já ouviu a algumas daquelas histórias antigas dos Stones, certo? ”, pergunta Slash. “Foi meio que a epítome daquilo. A coisa é, nós não engolimos nada dos outros, e nunca nos conformamos com os padrões de outras pessoas, e a maioria das pessoas com as quais tivemos que lidar na época ouviam nosso ‘Vai se foder’. Então foi tipo ‘meu deus! ”

“Mas não foi de pirraça”, explica Duff. “Foi só o jeito que estávamos acostumados, mas a indústria e a gravadora não estavam. ”

“Se eu me lembro direito, eles quiseram nos dispensar a certa altura”, conta Izzy. “Cerca de um ano depois de nos contratarem. ”

Slash: “Bem, o que aconteceu é que ficamos inquietos. Nós somos contratados, eles nos dão um monte de dinheiro, nos colocam em um apartamento, nós não podemos sair e fazer shows – então ficamos entediados, e começamos a usar muita droga, beber demais, quebrar casas. Cada um de nós ficou com 7500 dólares – o que ninguém aqui nunca tinha tido no bolso. ”

Izzy: “Enfiamos o pé na jaca por duas semanas. ”

Slash: “E simplesmente todo empresário que conhecemos ficou cagando nas calças de medo da gente. E tava feio. Não conseguíamos evitar isso. Estávamos entediados. Então começamos a fazer merda. Mas finalmente nos organizamos e demos a ele o que eles queriam. ”

Izzy: “Daí agora todos eles nos amam. ”

E quanto às acusações de estupro?

Slash: “Nada demais. O que aconteceu foi que Axl e eu estávamos com duas minas, e elas entraram em uma situação sexual e decidiram prestar queixa de estupro. Eu e Axl tivemos que pegar ternos emprestados um dia para ir até a delegacia e nos entregarmos por causa dessa merda – e daí quando a coisa engrossou mesmo, elas retiraram as queixas porque era mentira. Não fizemos merda nenhuma com elas. ”

Izzy: “Acabou que nosso baterista tinha comido a mãe de uma delas, então era uma história meio complicada. ”

Eles se identificam com a cena do metal?

Izzy: ‘Temos encordoamento de metal nas guitarras. É a única similaridade que temos. ”

Slash: “É tipo esse novo cliché dizer, ‘Não somos uma banda de heavy metal. Somos uma banda de rock n’ roll’. O Poison e todo mundo diz isso, então eu nem posso mais dizer isso. Mas a verdade é que quando o rock era jovem e tudo mais, as bandas eram autênticas e sinceras – a única porcaria era o ramo musical em si. Mas agora, para vender, as bandas aceitam o que a gravadora quer, e as revistas agem de acordo com o que está vendendo, então elas se juntam para criar algo como toda essa modinha de merda. Quero dizer, basta você olhar, e ver, ‘Porra, é tudo tão forjado’. Quer dizer, claro que somos um produto do som com o qual crescemos, seja lá qual ele tenha sido. Mas é assustador porque as próximas gerações do rock – já ficou assim – vão ser um bando de imbecis, porque essas bandas não estão fazendo nada que seja interessante ou sequer educativo a nível de rock. É tudo lixo.

“Digo, você não pode estar em uma banda de rock n’ roll e suas raízes serem de até cinco anos atrás. Que porra é essa? Como resultado, agora temos bandas como o Kingdom Come, e o Led Zeppelin deles…”

Izzy: “… regurgitação. ”

A coisa mais irônica nessa entrevista é que esses caras acabaram sendo bastante amigáveis. Mesmo com os fetiches por Johnny Thunders e tudo mais. Eles são passionais por certo tipo de música de um modo que eu já fui antes, e eles são impressionantemente não-deslumbrados, apesar do tamanho que chegaram a ficar. E todas as indicações o mostravam como infalíveis cuzões.

Duff: “O que fica na minha cabeça na maioria das vezes em que vou dar entrevistas é o porquê de alguém querer saber sobre mim e o que se passa pela minha mente. Eu não entendo que seja apenas porque somos uma banda de rock. Estamos apenas tocando. ”

Slash: “No esquema geral das coisas, nós e outras bandas somos bastante insignificantes quando olhamos para o resto do mundo. E as bandas que pensam que são o centro do universo, isso me enoja. Basicamente, o rock n’ roll é um afrodisíaco para as pessoas que têm empreguinhos normais e tudo mais, e é o flerte delas com a liberdade total e com a anarquia e seja lá o que signifique ouvir a rock n’ roll. Mas se sumíssemos amanhã e o Guns N’ Roses sumisse amanhã, ninguém vai ligar a mínima [todos riem]. ”

Duff: “E também, nós tocamos em alguns lugares bem grandes, e todo mundo ficou louco, e nós olhamos um para o outro, e é tipo, ‘Pra quê tudo isso? ’ E daí temos que dar entrevistas e tudo, as pessoas levam isso bem a sério e te cercam – daí você responde no mesmo tom, ‘Por que é que você quer saber disso? Isso é ridículo. ’ E talvez seja uma banda que seja diferente das que têm aparecido faz um tempo, o que eu acho que somos. Mas até aí, abraçar tanto a coisa e achar que você é…”

Izzy: “…isso tudo…”

Duff: “… e algo como o Golfo Persa não importar…”

Como eu disse antes, adoráveis.

UM TELEFONEMA DE AXL:

Me disseram que você está fora de controle.

“Eu? Bem, talvez fora do controle deles. ”

Você acha que a gravadora fez com que vocês manufaturassem rebeldia?

“É meio estranho, porque apenas estamos sendo nós mesmos, mas ao mesmo tempo, essas imagens de ‘bad boys’ tendem a vender bem. Então, eles capitalizam em cima disso, e eu acho que a indústria pode não saber como lidar com isso porque ela tem lidado com bandas enlatadas faz anos. Mas daí há algumas bandas que projetam um tipo de imagem do que vivem e da vida que levam, mas não é algo que elas de fato pratiquem. Elas tendem mais a ficar em casa. Eu fico muito em casa, de modo que eu não saia e entre em alguma roubada com a qual eu necessariamente não queira me envolver. ”

Heavy Metal?

“Gostamos de vários tipos de música. O que acabou transparecendo naquele disco é que as músicas que compusemos são aquelas com as quais nós mais nos divertimos. Não chamamos aquilo de heavy metal, mas de hard rock. Nós fizemos dois shows em Anaheim recentemente nos quais fizemos uns lances meio country e rolou muito, muito bem. Temos coisas acústicas gravadas para o próximo disco, eu acho que teremos uma gama muito ampla de coisas para oferecer às pessoas – mas sem privar o som de guitarras altas porque isso é algo do qual eu sou fã. No momento, minhas músicas favoritas são ‘Man In The Mirror’, de Michael Jackson, e ‘Fab’, de George Harrisson – então eu tento me manter aberto a todos os tipos de coisa. Não é cool no mundo do rock curtir a George Michael, mas ele fez coisas excelentes em seu último disco. ”

“It’s So Easy”

“E é fácil mesmo. Se você quiser desaparecer por um tempo, e daí voltar, logo na primeira noite, quer você queira ou não, já está lá – 200 pessoas na sua frente com isso e aquilo. ‘Aqui, cheira um pouco aqui, eu tenho heroína…’ Você pode escolher fazer ou não, e se não o fizer, fica meio estranho. Mas às vezes é meio deprimente. ”

Sobre responsabilidade:

“Meio que me surpreendeu ver tantos jovens vindo ao show. Nada contra os jovens, mas não compusemos nossas músicas com ninguém em mente senão as pessoas sobre as quais estávamos escrevendo e a cena de Hollywood. E, em Hollywood, a maioria das casas noturnas não permite menores de 21 anos, então não estávamos escrevendo para garotada. Eu não estou encorajando um moleque de 13 anos a usar drogas. Apenas estávamos escrevendo sobre algo que ocorrera em nossas vidas. É estranho que é quem venha aos shows, e eu me pergunto onde estão as pessoas mais velhas estão, mas eu até que sei: elas vão a shows de Bruce Springsteen porque eu não estou escrevendo sobre as coisas que ele escreve. Eu não estou escrevendo sobre ter um emprego no Meio-oeste e coisa e tal. ”

Outras curiosidades:

Ele escreve sobre ‘coisas que de fato aconteceram’; sua namorada [e tema de ‘Sweet Child O’ Mine’] é a filha de Don Everly; ele toca piano; e ele começou a cantar aos cinco anos de idade, mas nunca quis ser cantor porque não gostava de sua voz. E quanto à infame capa do disco? “Era um cartão postal chamado ‘Appetite For Destruction’ que eu achei e mandei de brincadeira, e os outros caras curtiram. Eu tinha o visto em um livro antes, e gostei da ilustração porque eu sou fã desses quadrinhos estranhos, pornográficos do underground. E daí isso virou que estávamos incentivando estupro e tudo mais. ”

“Eu não consigo acreditar que todo mundo tenha feito tanto barulho por causa de um cartão postal”, diz Izzy.

Slash me convence a dar uma carona a ele e sua namorada [ele mora em um motel da rede TraveLodge] para a casa em Hermosa Beach. Ele me diz que, sendo novato com esse lance de status de celebridade [“Tínhamos que sair procurando por drogas, agora o povo quer enfiar elas na gente”], ele eventualmente teve que sair de Hollywood para manter as coisas sob controle. Ele faz com que eu me perca nas pistas expressas da Califórnia por mais de duas horas. “Desculpa. Cara. Eu sempre estou chapado quando saio de Hollywood, então eu esqueço o caminho. ” Ambos concordamos que quase toda música na estação de rádio especializada em heavy metal que está tocando ao fundo soa igual, e que a versão de ‘Johnny B Goode’ do Judas Priest não tem nada a ver com a de Chuck Berry.

© Bill Holdship, 1988


Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Em 17/07/1992: Guns N' Roses e Metallica começam turnê conjunta


O Guns N' Roses estava há cerca de um ano e meio adentro de sua turnê de quase 30 meses para promover os ‘Use Your Illusion’ quando se aliou ao Metallica para uma empreitada de dois meses e meio pela América do Norte no verão de 1992. Os titãs do Metal também estavam bem calejados de estrada: àquela altura, eles estavam em turnê para divulgar seu monstruoso sucesso de disco, ‘Metallica’, de 1991.

Ambas estavam na ponta dos cascos e já um pouco cansadas de chão quando decidiram fazer 26 shows a começar no dia 17 de julho de 1992. Tudo teve início no RFK Stadium de Washington, onde as duas bandas preencheram seus sets com músicas de seus álbuns mais recentes, clássicos de catálogo e até alguns covers de seus artistas favoritos.

Era a turnê dos sonhos… ou seria dos pesadelos?



Não demorou muito até que o caldo entornasse. No dia 8 de agosto, no oitavo show, durante a parada no Estádio Olímpico de Montreal, o frontman do Metallica, James Hetfield sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau em seu braço esquerdo depois de ter pisado na boca de um canhão pirotécnico. Eles acabaram cancelando a segunda parte de seu set naquele dia.


Mas ao invés de subir ao palco mais cedo para acalmar a crescentemente agitada plateia, o Guns N' Roses – uma banda não conhecida por honrar programações e horários com muito afinco – começou atrasado. Eles diriam depois que a equipe técnica ainda não havia tido tempo para ajustar os monitores do grupo, então eles não conseguiam se ouvir enquanto tocavam. Para acabar, o vocalista do GN’R, Axl Rose, alegou uma dor de garganta, o que levou a banda a encurtar seu show.

Tal como em um show em St. Louis um ano antes, os fãs não aceitaram isso muito bem. Eles foram às ruas de Montreal e pilharam, atearam fogo, saquearam lojas e agiram como o tipo de gente sobre a qual conservadores alertavam pais de família em 1958.

A turnê recomeçou duas semanas depois no Arizona, com Hetfield trajando um enorme curativo e um guitarrista base temporário com o Metallica no palco. Ela finalmente se encerraria no dia 6 de outubro com um show no Kingdome em Seattle. Rumores tem persistido há anos de que aquela foi uma manobra financeiramente lucrativa para o Metallica, que continuaria sua turnê ‘Wherever We May Roam’ até o meio de dezembro de 1992.


Já o Guns N’ Roses, supostamente perdeu dinheiro nesse trecho da turnê. Não que importasse muito. Eles ficariam na estrada por mais nove meses, finalizando sua peregrinação por 27 países no dia 17 de julho de 1993, como um show em Buenos Aires, Argentina.


Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ozzy forma supergrupo com Slash e Tom Morello


Com as colaborações de seu colega no Black Sabbath, o baixista Geezer Butler, e dos guitarristas Slash e Tom Morello (Rage Against the Machine), Ozzy Osbourne formou um verdadeiro supergrupo de rock para se apresentar no festival Voodoo Music Experience, em Nova Orleans, nos EUA. O show acontecerá em 31 de outubro, o Dia das Bruxas.

O festival marcará, por enquanto, a única apresentação do supergrupo de Ozzy na América do Norte, mas é esperado que a banda volte a se apresentar nos próximos meses. Ainda não se falou nada sobre quem será o baterista.

Voodoo Experience deste ano, que acontece entre 30 de outubro e 1º de novembro, terá ainda Florence and the Machine, Zac Brown Band, deadmau5, Modest Mouse, Chance the Rapper, Giorgio Moroder, Santigold, Jane's Addiction, Girl Talk, Joey Bada$$, The Joy Formidable, Hundred Waters e Frank Turner.

Fonte: musica.uol.com.br

terça-feira, 16 de junho de 2015

Biografia de Steven Adler chega às livrarias brasileiras


Chega às livrarias brasileiras no início do mês de julho o livro "Meu Apetite Por Destruição: Sexo, Drogas e Guns N' Roses", biografia de Steven Adler, baterista da formação clássica do Guns N' Roses.

Escrita pelo próprio com ajuda do escritor Lawrence J. Spagnola, a obra traz 304 páginas nas quais o músico conta sobre seus tempos no Guns N' Roses, banda que integrou entre 1985 a 1990, e os 20 anos durante os quais o baterista lutou contra o vício em heroína e crack.

O lançamento de "Meu Apetite Por Destruição: Sexo, Drogas e Guns N' Roses" é da Ideal Edições. O preço sugerido para a biografia é de R$ 44,90.


Fonte: territoriodamusica.com

Steven Adler fala sobre reunião, sobriedade e mais


Entrevistado pelo The Set Trap, o baterista Steven Adler, abordou inúmeros assuntos, dentre eles, o motivo pelo qual ainda anseia uma reunião da formação clássica do Guns N' Roses.

Sobre sua depressão:
"Eu nunca tive problemas com depressão na vida, até ser expulso do Guns N' Roses. Tive que processá-los. E isso foi deprimente. Mas no último ano, a sobriedade fez com que eu mantivesse esta pressão psicológica longe de mim. É impressionante. Eu pensei que iria morrer."

Sobre a sobriedade:
"Desta vez, estou fazendo tudo passo à passo. Eu tenho um patrocinador que está cuidando disto, e apenas faço o que me falam pra fazer. Ou seja, calar a minha boca e 'abrir' os meus ouvidos."

Sobre o que descobriu sobre si mesmo após a sobriedade:
"Eu descobri que tenho muito amor pra dar. Eu tenho tanta alegria dentro de mim, tantos sorrisos para dar, e palavras de amor para externar. Mas acima disto, eu ainda tenho música para oferecer. Descobri que não sou um perdedor, não sou um tristonho solitário. Eu tenho amigos maravilhosos, e sou uma grande pessoa hoje, uma pessoa com muito amor por tudo. Eu nunca dei tantas risadas na minha vida como no ano passado."

Sobre aquilo pelo qual é mais grato:
"Sou grato por estar vivo, e por ver meus companheiros de Guns vivos também. E principalmente, sou grato por ter me tornado amigo do Slash de novo. Isto significa muito para mim."

Sobre como ele reparou o seu relacionamento com Slash:
"Tive que provar a mim mesmo que estava sóbrio. E, basicamente, se você não mostrar às pessoas que se preocupam com você, que está fazendo algum tipo de esforço para mudar, elas não perderão tempo com você. E Slash reconheceu este esforço em mim. Ele ouviu pessoas próximas à mim. E estou contente por sermos amigos de novo. E se nós nunca viermos a ter uma reunião da formação clássica do Guns N' Roses - eu ficaria animado com uma reunião - espero apenas que, pelo menos, possamos não nos odiar. O tempo cura todas as feridas. Já fazem 25 anos. Não, fazem 27. Merda, vamos fazer isto, vamos fazer alguma coisa pelo povo."

Sobre o motivo pelo qual a reunião não aconteceu:
"O motivo se chama Axl Rose. Ele têm um enorme rancor pelo Slash, gostaria apenas que ele largasse isto e seguisse em frente. Porque o Slash é uma pessoa maravilhosa e Axl também é uma pessoa maravilhosa. Ambos são talentosos, e juntos eles seriam tão grandes."


Fonte: whiplash

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mike Patton defecou em suco de Axl Rose


Durante a turnê do Faith No More com o Guns N’ Roses em 1991, Mike Patton teria defecado no suco de laranja de Axl Rose. Foi o que revelou o escritor Jon Holmes em seu livro "Rock Star Babylon: Outrageous Rumors, Legends, and Raucous True Tales of Rock and Roll Icons".

“Mike Patton certa vez urinou em cima de todas as anotações de palco de Rose enquanto o Guns N’ Roses estava no palco e Axl as estava usando para cantar ‘Sweet Child O’ Mine’. Ele também defecou em uma caixa de suco de laranja, lacrou-a de novo, e a colocou de volta na máquina particular de venda de sucos de Axl Rose. ” […]

Também durante a turnê, Patton ‘Defecou, fez uma bola e a colocou dentro de um secador de cabelos, de modo que a próxima pessoa a usá-lo levaria um jato de bosta quente na cara”, Patton admitiu o feito em uma entrevista para a revista Kerrang! Em 1991.

Fonte: whiplash.net



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Duff diz que reunião do Guns N' Roses "pode acontecer"


Em entrevista concedida à rádio WIND-FM, da Flórida, o ex-baixista do Guns N' Roses, Duff McKagan, falou sobre a possibilidade de uma reunião da formação clássica da banda.

"Pode acontecer. Quero dizer, isso pode acontecer ou não. E eu acho que seria maravilhoso, um dia, se nos reconciliássemos, em primeiro lugar. Só isso já seria muito legal".

Questionado sobre quais motivos ele acredita que levou a sepação da banda disse:
"Eu acho que cada banda é diferente, com certeza. Com a nossa banda, foram muitas coisas. Ficamos realmente grandes. Assim que começamos a crescer, ficamos grandes demais muito rápido. E não há nenhum manual de instrução de 'como fazer' para esse tipo de coisa, o que acontece na sua vida. Caímos em todo tipo de coisa idiota típica que pensávamos que nunca iríamos cair".


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Slash se orgulha de ter participado do Guns N' Roses


Em bate-papo com o Full Metal Jackie, Slash falou, dentre outras coisas, sobre sua época no Guns N' Roses:

"Eu realmente tenho orgulho, é difícil explicar. Quando jovem você conhece pessoas e a primeira coisa que eu usava para identificar se eram pessoas legais era olhar sua coleção de discos, a partir daí ficava claro saber com que tipo de pessoa se estava lidando. Saber que um disco do Guns N' Roses está na coleção de uma pessoa mexe comigo. Tenho muito orgulho de ter sido desta banda."

Fonte: whiplash

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Duff McKagan: "Sweet Child O'Mine" não é um plágio


Há poucos dias voltou à mídia a história que a clássica "Sweet Child O' Mine", lançada pelo Guns N' Roses em 1987, teria sido um plágio da música "Unpublished Critics", da banda australiana Australian Crawl, de 1981.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Slash sobre reunião com o Guns N' Roses: "Nunca Diga Nunca"


Durante participação no This Morning, do canal CBS, Slash foi novamente questionado sobre a possibilidade de uma reunião da formação clássica do Guns N' Roses: “É uma daquelas coisas que foi comentado por todo mundo, menos por nós, nos últimos 18 ou 19 anos”, disse Slash.

O guitarrista também falou sobre como é sua atual relação com Axl Rose: “Bem, nós não nos falamos há muito tempo, mas muitas das tensões que falam já se dissiparam. Não temos mais esses problemas. Não há muita controvérsia. É algo mais criado pela mídia do que qualquer outra coisa".

Perguntado se pessoalmente gostaria de ver uma reunião do Guns N' Roses, respondeu: “Tenho que ter cuidado com o que digo, mas se todos quisessem fazer e pelos motivos certos, acho que os fãs iriam adorar. Acho que seria divertido tentar fazer isso em algum momento”.

Quando pressionado sobre quais seriam os "motivos certos", disse: "É uma pergunta difícil. Isso começa a entrar em uma questão totalmente complexa... É realmente entre os caras da banda".

Ao ser questionado se acha possível uma reunião da formação clássica do Guns N' Roses, disse, "nunca diga nunca".

Slash esteve na CBS News para divulgar o videoclipe de “Beneath the Savage Sun”, faixa composta com sua banda Myles Kennedy & The Conspirators para conscientizar a sociedade contra a matança de elefantes.

 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Axl Rose critica presidente da Indonésia por execuções


Axl Rose, em uma série de tweets, expressou sua indignação pela execução dos acusados de tráfico de drogas na Indonésia. O músico havia enviado uma carta ao presidente da Indonésia, Joko Widodo, pedindo clemência para o grupo de traficantes. E chamou de ‘covardia’ a atitude do presidente em “estar fora do país” durante as execuções e por “se recusar a atender telefonemas ou ler mensagens em favor dos condenados”.

1. "É profundamente lamentável o presidente Widodo ignorar os apelos internacionais que aconteceram por conta de oito das execuções."
2. "Vamos rezar para que o cancelamento da execução da senhora Veloso seja permanente."
3. "A recusa de Widodo em adiar as execuções até que todos os recursos legais e investigações de corrupção fossem julgadas é imperdoável."
4. "Para Widodo estar fora do país durante o seu grande discurso negando-se a atender telefonemas ou ler qualquer mensagem de última hora em favor dos condenados é covardia."
5. "O povo da Indonésia merece alguém melhor".

Axl Rose envia carta aberta ao presidente da Indonésia


Seguindo o passo de Tony Iommi, do Black Sabbath, e de integrantes do Napalm Death, Axl Rose, enviou uma carta para o presidente da Indonésia, Joko Widodo, onde fez um pedido de clemênca para os dois australianos, Andrew Chan e Myuran Sukumaran, que não foi bem sucedido, já que ambos foram executados nesta tarde por tráfico de drogas na Indonésia, juntamente com o brasileiro Ricardo Gularte e outros condenados.

Na carta, Axl comenta que ele e a banda passaram momentos maravilhosos em Jacarta em 2009 e diz que, ao negar a clemência, o governo compactua de um crime, apelando para que Joko use do bom senso considerando que ambos cometeram seus delitos há muito tempo e que neste meio tempo o sofrimento pelo qual passaram mudou totalmente seu comportamento, sendo hoje dois sujeitos aptos a contribuir de forma positiva para com a sociedade.

O vocalista afirma ainda que, apesar de não ter conhecido pessoalmente os australianos, ficou tocado pela história, e explica que pessoas cometem erros, às vezes muito grande e horríveis, e que eles devem ter a chance de se redimir e provar que aprenderam com isto. Alega ainda que eles não cometeram nenhum ato de violência ou de covardia contra outra pessoa, comparando com o que terroristas e assassinos fazem, por isto não merecem a pena capital.

Por último, Axl finaliza dizendo que a vida é a única coisa importante no momento, e diz não à morte e sim à vida.



Fonte: whiplash.net

domingo, 5 de abril de 2015

Guns N' Roses: Slash diz que Michael Jackson não causou separação da banda


Em entrevista ao programa de rádio "Elliot In The Morning", cujo áudio original está no vídeo abaixo, Slash comentou a afirmação recente do ex-empresário do Guns N' Roses, Doug Goldstein, que a banda se separou por causa de sua colaboração com Michael Jackson.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Ex-empresário do Guns N' Roses diz que Michael Jackson foi motivo da separação da banda


Em entrevista à Rolling Stone Brasil, no entanto, um importante personagem da história do desmanche do quinteto norte-americano garantiu que pode colocar Axl Rose e Slash lado a lado novamente. O autoproclamado salvador da pátria é Doug Goldstein, empresário apontado pelo guitarrista como o pivô da separação do Guns N' Roses.

"...[ Goldstein ] estivera galgando os degraus estrategicamente. Era como um predador numa emboscada. Embora ninguém tenha sido mais responsável pela dissolução do Guns do que o próprio Guns, Doug Goldstein foi um catalisador. Suas técnicas para dividir e conquistar foram um instrumento para a chegada do nosso fim”, escreveu Slash em livro homônimo de 2007, publicado no Brasil pela Editora Ediouro.

Ainda segundo o artista, Goldstein se aproximou de Axl Rose para substituir o ex-agente do grupo, Alan Niven, e sempre foi “permissivo” com o bandleader, que poderia fazer o que bem entendesse. Rose, inclusive, continuou sendo agenciado por Goldstein até 2002, quando teriam se separado por um novo entrevero.

Por telefone, o acusado negou tudo e se defendeu. “Adoraria encontrar Slash e esclarecer isso porque a verdade é que nós fomos por sete anos as pessoas que cuidaram dos negócios da banda. Eu dobrei o valor das comissões que eram pagas a eles. Amo Slash até a morte, é uma das minhas pessoas preferidas no mundo inteiro e por alguma razão ele está com essas ideias”, disse.

Um dos motivos da rejeição a ele seria o antecessor Niven, que teria chegado ao ponto de contratar um especialista em magia negra na cidade de Nova Orleans depois que foi dispensado do cargo.

"Todos os dias depois do trabalho ele ia para o quarto, colocava uma capa preta e praguejava contra Axl e eu. Eu estava no Havaí, levando minha vida e Neven surgiu, fez amizade de novo com Slash e Duff [McKagan, baixista original do Guns] e tomou crédito de tudo que eu fiz. Depois, Slash me disse que Niven tentou transar com a namorada dele”.

Goldstein também teria levado injustamente a culpa pelo contrato que o ex-membros do grupo assinaram passando o nome Guns N’ Roses para Axl Rose. “E naquele dia meu filho nasceu, a gente não estava nem no mesmo continente, eles estavam em Barcelona e eu estava na Califórnia, eles me confundiram com o empresário da tour porque andavam bebendo bastante naquele tempo e não lembram”.

A despeito de tudo isso e de uma suposta ideia de Rose de acrescentar um terceiro guitarrista, nada teria sido mais importante para a separação da parceria musical do que um fator que, afirma o agente, passou desapercebido pelo público: uma parceria com Michael Jackson.

"Em 1991, estávamos na estrada, Slash foi até minha sala e disse, ‘estou partindo amanhã para tocar com Michael Jackson em um show tributo'. Disse para ele não fazer isso porque Axl foi molestado pelo pai quando tinha dois anos e acreditava nas acusações contra Michael Jackson. Todo mundo sabia que Eddie Van Halen recebeu US$ 1 milhão pela participação em “Beat It”. Então, perguntei ao Slash, ‘quanto você vai receber, posso negociar isso para você?’ e ele disse, ‘eu só vou receber uma televisão de tela grande”.

"Quando Axl descobriu que ele ia tocar com Michael Jackson e que o pagamento era um TV de tela grande, ficou arrasado. Ele achou que Slash iria apoiá-lo e ficaria contra todo o abuso. Do ponto de vista do Axl, esse era o único problema. Ele poderia ignorar as drogas e o álcool (com os quais o guitarrista teve sérios problemas), mas nunca poderia ignorar o abuso infantil". Slash gravou participações em várias músicas do Rei do Pop, entre elas, "Black or White".

Bastaria, portanto, algumas palavras para juntar o velho Guns. “Slash teria que se desculpar pelo episódio com Michael Jackson. E realmente acredito que pelo tanto que amo a banda eu seria o empresário que os reuniria de novo, não acho que alguém mais poderia fazer isso”.

Determinado a refundar o ícone do final do século XX, o empresário fez até um pedido à reportagem. “Sou um cara muito amoroso, espiritual e me magoa que ao invés de me perguntar como eu sinto e perguntar sobre essas coisas que Niven criou, Slash simplesmente acredite que elas são verdadeiras e me jogue para os leões. Amo Slash como um irmão, ele é o irmão mais novo que eu não tive, faria tudo por ele. Faça um favor, diga que espero muito sentar com ele aonde ele quiser para contar meu lado da história”.


Fonte: Rollingstone

segunda-feira, 23 de março de 2015

Slash São Paulo 2015 - Setlist, Fotos e Vídeos

Slash em São Paulo - Foto: Marcel Jabbour

Slash encerrou em São Paulo no Espaço das Américas, neste domingo (22), a série de seis apresentações da turnê brasileira. O guitarrista, acompanhado de Myles Kennedy & The Conspirators, iniciou a Tour no Rio De Janeiro (14 de março) e depois seguiu para Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. Os shows foram para divulgar o seu mais recente disco "World On Fire". Confira abaixo o setlist, fotos e vídeos:

domingo, 22 de março de 2015

Slash Curitiba 2015 - Setlist, Fotos e Vídeos

Slash Curitiba Master Hall / Foto: Marcos Mancinni

Slash, juntamente com Myles Kennedy The Conspirators, se apresentou nesta quinta-feira (19) em Curitiba, no Curitiba Master Hall. Confira abaixo o setlist, Fotos e Vídeos do show:

sábado, 21 de março de 2015

Slash Porto Alegre 2015 - Setlist, Fotos e Vídeos

Myles Kennedy e Slash em Porto Alegre (20/03) - Foto Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Slash fez em Porto Alegre o penúltimo show da turnê "World on Fire" no Brasil. O guitarrista tocou nesta sexta-feira (20) no Pepsi On Stage acompanhado da banda Myles Kennedy & The Conspirators. O músico segue para São Paulo onde encerra a turnê no domingo (22 de março). Confira abaixo o setlist, fotos e vídeos:

quarta-feira, 18 de março de 2015

Guns N' Roses: Novo lançamento traz shows ao vivo de 1988 e 1992


Um CD duplo trazendo duas apresentações do Guns N’ Roses será lançado no final do próximo mês. Intitulado “Live Radio Broadcasts” o álbum, cuja legitimidade é questionada, já que a banda não se manifestou oficialmente, traz a gravação de dois shows famosos via bootlegs: o disco 1 tem o show de 2 de fevereiro de 1988 no Ritz de Nova Iorque, enquanto o outro traz a apresentação de 9 de abril de 1992 no Rosemont Horizon de Chicago.

Veja abaixo o tracklist do CD:

Disc One

“Down on the Farm”
“Free Fallin’”
“It’s So Easy”
“Mr. Brownstone”
“Out Ta Get Me”
“Sweet Child O’ Mine”
“My Michelle”
“Knockin’ on Heaven’s Door”
“Welcome to the Jungle”
“Night Train”
“Paradise City”
“Mama Kin”
“Rocket Queen”
“Patience”

Disc Two

“Welcome to the Jungle”
“Civil War”
“Night Train”
“Mr. Brownstone”
“Live and Let Die”
“It’s So Easy”
“Wild Horses”
‘Patience”
“Double Talkin’ Jive”
“November Rain”
“You Could Be Mine”
“The Godfather Theme”
“Welcome to the Jungle” (bonus track)
“Civil War”(bonus track)

Nota: Ainda não foi divulgado informações sobre o selo ou detalhes do disco. Note que algumas canções não são condizentes com os shows mencionados.


Fonte:gunsnrosesbrasil

Slash Brasília 2015 - Setlist, Fotos e Vídeos


Slash se apresentou nesta terça-feira (17) em Brasília no NET Live Brasília. O show é o terceiro da turnê brasileira que já passou pelo Rio De Janeiro (14) e Belo Horizonte (15), e depois segue para Curitiba (19/3), Porto Alegre (20/3) e São Paulo (22/3).

O guitarrista vem ao país acompanhado da banda Myles Kennedy & The Conspirators, para divulgar o seu mais recente trabalho "World on Fire". Confira abaixo o setlist, fotos e vídeos:

terça-feira, 17 de março de 2015

Duff McKagan e Izzy Stradlin gravam música juntos


Durante uma entrevista no dia 07 de março ao Vorterix, na Argentina, Duff Mckagan foi perguntado sobre um recente tweet, que dizia que passou a primeira parte de seu aniversário com Izzy Stradlin no estúdio:

"Izzy e eu gravamos uma música nesse dia", revelou Duff. "Nós estávamos falando ao telefone e Izzy disse: 'Vamos gravar uma música', e nós usamos o estúdio de Josh Homme do Queens Of The Stone Age, ele estava disponível. Então fomos lá, Izzy, eu e Taz [Bentley, ex-baterista do Reverend Horton Heat] - e foi muito divertido. Nós gravamos uma música. Eu estou com ela. Acabou a mixagem. É uma música muito boa, e nós nos divertimos muito, e provavelmente vamos fazer mais algumas."

Ele continua: "Nós sempre fizemos esse tipo de coisas, mas era normalmente nos seus discos. Havia essa oportunidade, eu tinha um riff e ele tinha uma ideia, e nós gravamos tudo em meio dia."

Quando perguntado se podemos esperar ouvir essa música no próximo álbum, Duff respondeu: "Talvez. Nós vamos talvez gravar mais uma. Mas nós gostamos de fazer músicas juntos e gostamos de nossa companhia. Nós podemos fazer isso."



Fonte: whiplash

segunda-feira, 16 de março de 2015

Slash estampa a capa da edição de março da Rolling Stone Brasil


A edição de março da Rolling Stone Brasil apresenta na capa o guitarrista Slash, que neste mês faz diversos shows pelo país. Em entrevista exclusiva, o músico fala sobre toda a carreira, desde o apogeu com o Guns N’ Roses até os dias atuais, tocando na companhia da banda The Conspirators. Dono de uma personalidade tranquila, Slash conta que não apreciou os anos em que sua antiga banda estava no auge do sucesso. “Quando o Guns se tornou grande de verdade, só comecei a usar muita droga e a me esconder. Eu detestava aquilo”, revela.

Além da entrevista, a revista conta ainda com um panorama da carreira solo de Slash (que pode ser lido na íntegra, abaixo) e uma pensata sobre os 30 anos do Guns N’ Roses, completados neste mês.

Na mesma edição há uma reportagem especial sobre a crise hídrica em São Paulo, com as previsões de especialistas sobre o que ocorrerá com a cidade caso o pior cenário venha a se concretizar nos próximos anos. Há também uma entrevista com o ator e comediante Chris Rock, unanimidade no stand-up norte-americano, reportagem sobre os múltiplos projetos de Caio Blat, entrevista com o humorista Paulo Gustavo, perfil de Kid Vinil e um guia para aproveitar o melhor do festival Lollapalooza

Tradicionalmente, no mês de março, a Rolling Stone Brasil publica o Especial Mulher. Neste ano, o pacote tem uma entrevista com a Rainha do Pop, Madonna, que fala sobre seu novo disco e o preconceito contra a idade; as mulheres que estão mudando a cena do rap no Brasil; discografia Elis Regina e muito mais.

A edição 103 da Rolling Stone Brasil, março/2015, chega às bancas nesta terça, 17.



Caminho Próprio
Os trabalhos de Slash pós-Guns N' Roses revelam inventividade
Por Paulo Cavalcanti

É possível dizer que Axl Rose nunca precisou sair em carreira solo, porque manter um Guns N’ Roses com músicos assalariados é o sufi ciente para ele – afinal, ainda que não tenha o alcance vocal de antigamente, é na voz de Axl que o público reconhece as canções do grupo. Além disso, depois de todo o drama que foi a concepção, a gravação e o lançamento do disco Chinese Democracy (2008), o vocalista não se sentiu impelido a entrar em estúdio com a configuração do Guns que mantém na estrada. Já para Slash, não sendo cantor, é mais pungente a necessidade de criar material novo para não ter de depender de glórias passadas, como Axl insiste em fazer.

A jornada do guitarrista sem o Guns começou em 1994, quando ele ainda estava oficialmente na banda. Para combater a inatividade do grupo titular, ele formou o projeto paralelo Slash’s Snakepit, que tinha a participação de Matt Sorum e Gilby Clarke, outros insatisfeitos com o Guns. Em fevereiro de 1995, eles lançaram o álbum It’s Five O’Clock Somewhere, que continha basicamente canções de Slash rejeitadas por Axl – o vocalista achou que elas não serviam para entrar nos discos do Guns. It’s Five O’Clock... obteve uma vendagem respeitável e incentivou o guitarrista a seguir com seus projetos.

Em outubro de 1996, Slash saiu oficialmente do já moribundo Guns N’ Roses. Ele ainda gravou um segundo álbum com o Slash’s Snakepit, Ain’t Life Grand (2000), que não foi tão bem recebido quanto o primeiro. Não demorou muito: a banda acabou chegando ao fim.

Slash, no entanto, não permaneceu parado. A ânsia do músico por continuar compondo e permanecer nos palcos sempre foi maior que a força da inércia. E a empreitada seguinte integrada por ele causou bastante burburinho: o Velvet Revolver, um dos primeiros grandes supergrupos do milênio. Além de Slash, o Velvet tinha em sua formação os ex-Guns Du McKagan e Matt Sorum, o guitarrista Dave Kushner e o cantor Scott Weiland, ex-Stone Temple Pilots. Contraband(2004), o álbum de estreia, foi um sucesso estrondoso, tendo chegado ao primeiro lugar da parada nos Estados Unidos, enquanto faixas como “Slither” e “Fall to Pieces” mostraram que ainda havia espaço para um hard rock honesto em um mundo que continuava se recuperando do impacto do grunge. A banda excursionou extensivamente; também por isso o segundo álbum de estúdio foi lançado apenas em 2007. Quando Libertad chegou ao mercado, a relação dos integrantes com Weiland já estava bastante deteriorada. O cantor acabou saindo no ano seguinte; Slash e companheiros procuraram um novo vocalista, mas não acharam ninguém compatível. Ainda que a banda não tenha oficialmente chegado a um fim, ninguém sabe quando – e se – o hiato irá terminar.

Foi depois dessa segunda decepção que Slash resolveu lançar o primeiro álbum solo de fato, homônimo, em 2010. A realização foi colaborativa: os ex-Guns N’ Roses Izzy Stradlin, Du McKagan e Steven Adler apareceram para dar uma força, enquanto vocalistas do primeiro escalão cantaram como convidados – entre eles Ozzy Osbourne, Iggy Pop, Chris Cornell, Lemmy Kilmister, Fergie, Adam Levine e Kid Rock. A participação do eficiente Myles Kennedy, membro do Alter Bridge, na faixa “Back from Cali” se tornou decisiva. Kennedy, o baixista Todd Kerns e o baterista Brent Fitz acabaram saindo em turnê com o guitarrista para promover o álbum, e a formação se provou tão coesa que acabou efetivada nos dois projetos seguintes promovidos por Slash: Apocalyptic Love (2012) e o recente World on Fire (2014). Agora, Slash fi nalmente achou a estabilidade que não tinha ao lado do volátil Axl. Em entrevistas antigas, o guitarrista chegou a dizer que não tinha o dom para se tornar um bandleader, mas, de um jeito bastante democrático, ele tem se saído surpreendentemente bem ao lado de seus atuais conspiradores.

Fonte: rollingstone.uol.com.br

Slash Belo Horizonte 2015 - Setlist, Fotos e Vídeos

Slash Belo Horizonte - Foto: soubh.com.br por Paulo Almeida

Slash se apresentou neste domingo (15/03) em Belo Horizonte na casa de shows Galopeira. Esta é a segunda apresentação de uma série de seis shows que o guitarrista fará no Brasil.

O músico vem ao país com a banda Myles Kennedy & The Conspirators para divulgar o seu mais recente trabalho “World on Fire”. A turnê ainda passará por Brasília (17/3), Curitiba (19/3), Porto Alegre (20/3) e São Paulo (22/3). Confira o setlist, fotos e vídeos: